19 abril 2007

Nas Masmorras do Sistema

Ontem, uma operação policial, levada a cabo pela Polícia Judiciária, efectuou buscas em cerca de 60 residências de vários cidadãos Portugueses, nas zonas de Lisboa, Porto e Braga.
Os contribuintes Portugueses acabaram de financiar uma gigantesca operação policial, para prender indivíduos, baseando-se num e apenas num critério de selecção: A sua orientação política.
Este sistema podre transformou as nossas forças policiais em cães fardados ao serviço da corrupção. Deu-lhes a cheirar uma bandeira nacional, e lá foram eles pela floresta lusitana, numa verdadeira caça às bruxas. E o contribuinte paga. Não o consultaram, no entanto paga. Tivessem-lo consultado, e quer-me parecer que o contribuinte, iria concerteza preferir que o dinheiro fosse usado para acabar com os bairros infestados de criminosos que detêm mais e melhores armas que as nossas polícias; os gangs que vendem droga à porta das escolas; a exploração dos trabalhadores por empresários sem escrúpulos; a corrupção e fuga ao fisco dos dirigentes de futebol; os pedófilos que, apesar das centenas de evidências, continuam impunes, etc... etc...
Mas não. Hoje é dia de perseguir nacionalistas. Afinal, foram eles que agrediram 1(um) africano há 12 anos atrás!
A três dias, da Conferência Nacionalista a decorrer em Lisboa (21.04.2007), esta vergonhosa "operação policial" tem como único objectivo, intimidar os participantes do evento, esperando que a afluência diminua, para depois poderem mostrar uma falsa imagem de estagnação do movimento nacionalista. Pela parte que me toca, tenho a dizer-lhes (aos donos da matilha), que lhes saíu o tiro pela culatra, pois se já tinha decidido não participar, acabo de mudar de ideias e estarei em Lisboa, no próximo Sábado. Vou deixar em casa o meu canivete suiço, a bandeira nacional e prometo não proferir pensamentos racistas. Se as coisas correrem bem, não serei preso e voltarei são e salvo para junto da minha família.
Disseram-me um dia, que o Salazar queria manter o povo na ignorância, para que este não pudesse (ou não soubesse como) conspirar contra o sistema. Ao que vejo, as coisas não mudaram. Há uma clara intenção de manter o povo ignorante. É preciso que o povo não se ponha com ideias nacionalistas, não vá o diabo tecê-las, e qualquer dia, esse mesmo povo ainda chega ao poder. Isso não! Não é nada bom para a "democracia".

A todos os que se encontram encarcerados nas masmorras do sistema, os meus votos de solidariedade e de esperança que, o vosso sofrimento, não terá sido em vão. Hoje, além de ter orgulho em ser Português, tenho também orgulho em ter-vos como camaradas!

27 setembro 2006

O maior naufrágio da História

"A Alemanha é uma puta. Nós estamos na Alemanha. As cidades ardem e eu sinto-me feliz! O alemão não tem alma. Nós ergueremos andaimes em Berlim. O terror empurra o alemão e suas fêmeas para oeste. A Alemanha pode dar voltas, arder e uivar em agonia mortal. Chegou a hora da vingança!"
Ilya Ehrenburg, 1945

As crueldades perpetradas pelos soviéticos encorajados por propagandistas como Ehrenburg, iam desde o saque ao assassinato; das mutilações à tortura. No entanto, os episódios mais dramáticos, foram o trato dispensado às mulheres alemãs.
No território do 3º Reich, a violação de alemãs, incluindo meninas e idosas de 80 anos, converteu-se em prática sistemática.

Todos os meios possíveis e imaginários eram usados para escapar à maré de morte e aniquilação, fazendo recordar as hordes de Gengis Kan. Até o mar, era considerado um caminho de fuga para os que tentavam escapar aos soviéticos.
Durante a noite gélida de 30 de Janeiro de 1945, mais de 60.000 refugiados alemães de ambos os sexos aglomeravam-se junto ao molhe do porto Báltico de Gotenhafen, lutando contra o pánico e o frio.
Por entre empurrões e gritos, dezenas de milhares de pessoas acotovelavam-se, tentando embarcar no cruzeiro Wilhem Gustloff, o qual lhes iria proporcionar uma chegada desesperada à Dinamarca. Só um 1/6 dos refugiados conseguiu subir a bordo.
O Wilhem Gustloff tinha capacidade para 1.865 passageiros, no entanto, nessa noite acabou lotado com 10.582 refugiados de guerra, na sua maioria, feridos de guerra, mulheres, idosos e crianças.

Este enorme cruzeiro tinha sido utilizado, antes da guerra, como instrumento de lazer, proporcionando aos trabalhadores alemães, férias em vários destinos pelo atlântico, incluindo Lisboa e a ilha da Madeira. O seu nome, Wilhem Gustloff, era uma homenagem ao líder Nacional-Socialista assassinado em 1936, na Suiça.

Terça-feira, pelas 12.30 do dia 30 de Janeiro de 1945, quatro rebocadores começaram a arrastar o enorme navio para que este se fizesse ao mar.
O tempo era infernal. O vento apresentava uma velocidade de 7 nós, a temperatura era inferior a 10 graus negativos, nevava e havia grandes placas de gelo a flutuar pelo mar.
Por volta das 21:10, os passageiros sentiram um impacto contra o casco do Wilhem Gustloff. Porém, era impossivel saber que tinham acabado de ser atingidos por 3 torpedos disparados pelo submarino soviético S-13.

O primeiro projéctil atingiu o cruzeiro abaixo da linha de flutuação, no entanto os restantes,
tiveram consequências bem mais trágicas. O segundo torpedo, atingiu a zona da coberta E, matando quase todas as enfermeiras que se encontravam nessa zona. O terceiro impacto foi na casa das máquinas, que transformou essa zona num autêntico inferno para a tripulação que aí se encontrava, misturada com centenas de refugiados.
Enquanto os passageiros tentavam escapar às chamas, subindo às cobertas superiores, a tripulação lançava pedidos de SOS à costa de Stolpmunde, na Pomerania.
Ao fim de 50 minutos, o imponente cruzeiro desaparecia nas águas geladas do Báltico, levando com ele, mais de 9,000 pessoas, na sua maioria, feridos de guerra, mulheres e crianças.

Os poucos que se conseguiram aguentar, flutuando na água gelada, foram recolhidos pelo torpedeiro alemão T-36, que continuou a ser atacado pelo submarino soviético.
Dos 10,582 refugiados, escaparam com vida, menos de 1,000.
A tragédia do Wilhem Gustloff constitui o maior desastre naval da História, superando em 6 vezes, o número de vítimas do Titanic, que como se sabe, foi afundado por causas naturais.

A morte de quase 10,000 refugiados, foi considerado pelo regime soviético, um motivo para condecorar o comandante Alexander Marinesko, com a medalha de Heroi da URSS.

23 agosto 2006

Terrorismo na Festa do Avante

Na edição deste ano da "Festa do Avante", esteve presente, além dos habituais passadores e consumidores de droga, uma organização terrorista Colombiana, chamada FARC. As FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) são responsáveis, por exemplo, pelo sequestro duma ex-candidata à presidência da Colombia. Ingrid Betancourt encontra-se sequestrada há 4 anos, por este grupo terrorista. A União Europeia, a Human Rights Watch e várias outras organizações reconhecem as FARC, como uma organização terrorista. Este grupo de criminosos, é responsável pelo recrutamento de crianças de 12 anos, através da força. Estima-se que entre 20 e 30 porcento dos combatentes da FARC têm menos de 18 anos, perfazendo um total de 5,000 combatentes.
Sempre que a "festa do avante" abre as suas portas, lembro-me sempre dos concertos nacionalistas onde a polícia monta autênticas barricadas, armados de alcoolímetros, fazendo revistas às pessoas e respectivas viaturas, procedendo a identificações, intimidações, etc... E tudo isto, num pequeno concerto onde vão 1 ou 2 centenas de pessoas. Pelo contrário, na famosa "festa da liberdade", deparamos com um espantosa permissividade das autoridades, relativamente ao tráfico e consumo de droga em doses massivas, que como toda a gente sabe, se desenrola dentro desse recinto. Desta vez, para além da droga, contamos também com a presença oficial de um grupo terrorista criminoso. Como conclusão, resta-me perguntar porque carga de águas as nossas autoridades andam a perder tempo, a perseguir os mauzões dos Nacionalistas, quando todos os anos, têm uma "festa" repeleta de verdadeiros (e agora, internacionais) criminosos?

10 julho 2006

O cidadão bem informado lê jornais e vê TV


Apesar de não convergir politicamente com Pacheco Pereira, tenho obrigação de lhe reconhecer um espírito crítico imparcial e a coragem de não embarcar pelo politicamente correcto.
Desde há muito que o movimento Nacionalista alerta para a podridão onde assenta a comunicação social em Portugal. Todos os dias nos entram pela casa adentro, imagens que descrevem o "terrorismo" que transforma a vida de milhões de possoas, num autêntico inferno.
Hoje, fui ao dicionário e procurei a palavra terrorista. Entre outros significados, saliento um, que assenta como uma luva à imprensa actual: "pessoa que espalha boatos alarmantes".
É neste contexto que não resisto a transcrever um artigo de Pacheco Pereira sobre a recentente "paranóia" que as TV's e jornais tentaram espalhar, relativamente à "ameaça nazi" que paira sobre Portugal:

«Passamos do arrastão que nunca houve para o contra-arrastão que sempre houve. O que é o contra-arrastão? É a negação politicamente correcta de que haja problemas de criminalidade violenta e endémica nas grandes concentrações urbanas que têm como actores jovens negros da segunda geração. Dizer isto parece logo racismo, deve motivar o nosso comissário para as minorias étnicas a pedir mais desculpas públicas por se ter nomeado cor ou raça ou condição migrante. O contra-arrastão que se reforçou pelo descrédito do arrastão é um produto como muitos outros do jornalismo de rebanho, aqui denunciado com veemência porque está do lado errado, quando noutros casos, é saudado como "jornalismo de causas" se está do lado certo (já alguém pediu desculpa aos portugueses pelos 100 mim mortos falsamente anunciados em Timor?). Mas não só: é também um produto de uma forma politizada e radical de um "anti-racismo" patrocinado emblematicamente pelo Bloco de Esquerda e que conheceu outro exemplo absurdo com o alarido comunicacional pelas declarações de um solitário (ou, se se quiser, acompanhado por umas dezenas) extremista "nacionalista revolucionário". Subitamente, pareceu que a pátria estava em perigo de soçobrar no nazismo, as hordas armadas prefiguradas no legal armamento exibido pelo homem. O absurdo de tudo isto é que ele foi brevemente o preso político que a democracia é suposta não ter, porque o excesso de zelo policial, a roçar a ilegalidade, não se imaginaria nunca para um rapper suburbano(*) que recitasse uma letra racista, como todos já ouvimos sem nunca nos soarem as mesmas campaínhas de alarme pelo apelo à violência que o solitário nazi fez soar pela comunicação social toda.»

Artigo de opinião publicado na Revista Sábado , nº 111, de 14 a 21 de Junho.
(*) Referência ao GENERAL D, cujas mensagens de incitação à violência contra os brancos e à luta armada, são bem conhecidas.

08 maio 2006

Dia 13 de Maio, todos em Vila de Rei

O PNR exige a demissão da senhora dona Barata! O PNR exige a imediata demissão da Barata Presidente de Câmara de Vila do Rei (PSD).

A notícia vinda a público esta semana, sobre a «importação maciça de mão-de-obra barata oriunda do Brasil», com todas as condições e regalias disponibilizadas pela autarca, é uma clara afronta a todos os cidadãos nacionais.
O PNR lembra que há, em Portugal, (muito) mais de 500 mil desempregados!
Apesar disso, anunciou o relatório do SIS esta semana, que «continuam a existir em Portugal 500 mil imigrantes legais». É no mínimo estranho que, entrando anualmente no nosso país várias dezenas de milhar de imigrantes, essa «estatística oficial» se tenha mantido inalterada pelo menos nos últimos dois anos.
Senão vejamos o anúncio feito pelo secretário de Estado Adjunto do ministro da presidência em Dezembro de 2004: «existem em Portugal 500 mil imigrantes legais oriundos de mais de 150 países». Das duas uma, ou todos os imigrantes que chegaram depois de 2004 já são considerados pelo Estado como «cidadãos nacionais» - o que é de uma enorme irresponsabilidade - e assim não contam para os números divulgados, ou passa-se algo de grave nas estatísticas oficiais que são frequentemente apresentadas aos portugueses.
O PNR acredita que - e alerta para esse facto! - a segunda hipótese é a mais provável, o que é outra situação de completa irresponsabilidade política e social.
O PNR recorda ainda o escandaloso caso, passado não há muito tempo, com a Câmara Municipal de Castelo Rodrigo, que pretendeu instituir um subsídio de 250 Euros para os casais portugueses que tivessem filhos no seu Concelho.
Como consequência dessa iniciativa o Presidente de Câmara foi ameaçado por um organismo do Estado Português, o IGAT, de suspensão imediata do seu mandato, por este pretender promover a natalidade no seu Concelho.
Por tudo isto, mas muito mais, exigimos a imediata demissão da Presidente de Câmara de Vila do Rei, autêntica barata, entre tantas outras, da política local e nacional.
in www.pnr.pt

PNR e a FN vão realizar uma manifestação de protesto, no próximo fim-de-semana (13 de Maio), contra a importação maciça de imigrantes brasileiros por parte da Presidente de Câmara Municipal de Vila do Rei, Irene Barata!

DIA 13 DE MAIO, TODOS EM VILA DE REI!!!

02 maio 2006

Mais uma vez se escreveu história!! 1º de Maio

Mais uma vez se escreveu história!! E provamos que as ruas já não pertencem unicamente à esquerda. Os Nacionalistas reclamam mais uma vez as ruas...desta vez nas Caldas da Rainha.

Compreendemos que seja desolador para vários sujeitos - os que têm insónias com o contínuo crescimento de sentimentos Nacionalistas entre os Portugueses - que seja anunciado que no Dia 1 de Maio estivemos novamente na rua!
Compreendemos essa grande ansiedade, ódio, e frustação dessas pessoas, porque começam a verificar que nós não somos de «extrema direita» e que não ficamos acorrentados a «clichés» e rótulos que nos querem impor.
É por isso que Dia 1 de Maio cerca de 100 nacionalistas gritaram bem alto:
Não somos Nós que exploramos o nosso Povo, não somos nós que o manipulamos através de sindicatos e centrais sindicais para fins meramente político-ideológicos, não somos nós que o desprezamos, não somos nós que promovemos o egoísmo e individualismo na sociedade e que justifica e promove a mentalidade do «salve-se quem puder» ou de «é cada um, por si», não somos nós que abusamos dos direitos dos trabalhadores, não somos nós que temos seguranças, condomínios fechados e colégios privados que nos dão o «luxo» de ignorar o que se passa nas nossas ruas, não somos nós que damos o miserável exemplo de - enquanto responsáveis pelo governo da Nação - fugirmos regularmente às nossas tarefas na Assembleia da República e, finalmente, não somos nós que incitamos ao ódio de «classes» e não somos nós que nos consideramos superiores aos «outros» trabalhadores Portugueses por sermos «intelectuais».... muito pelo contrário....

NÓS somos o Povo!

01 maio 2006

Citânia de Briteiros


As ruínas arqueológicas da Citânia de Briteiros são a prova viva da existência de um povoado primitivo, de origem pré-romana, chamados "castros" no noroeste de Portugal, onde é possível encontrar vestígios da cultura castreja.
Estes castros distavam entre sí, um dia de caminho, para que a mobilização face ao inimigo invasor fosse rápida e eficaz.

O espólio arqueológico destas ruínas encontra-se exposto no Museu da Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães.
É possível fazer uma visita virtual, navegando pelas ruas e obtendo informações interessantíssimas sobre a Citânia de Briteiros. No entanto, nada se compara a uma visita "física" para vermos como viviam os povos que estão na origem do povo Português. É impossivel calcorrear aquelas ruelas e não sentir uma forte ligação à terra e ao povo que são os nossos antepassados. É também impossível sentir um enorme desprezo por todos aqueles que teimam em fazer desaparecer essa nossa herança milenar.