13 setembro 2005

Eça de Queirós: Israelismo (Cartas de Inglaterra)



Recordando o nosso grande Eça de Queirós, achei interessante transcrever uma das Cartas de Inglaterra escritas pelo autor, sob a forma de ensaios, entre 1877 e 1882. Apesar da distância temporal, é facil constatarmos a contemporaniedade do conteúdo. Quando lí este material pela primeira vez, veio-me imediatamente à memória a actução dos Estados Unidos, através da mão que os controla: OS JUDEUS.

«Na Alemanha, os judeus abundam, influindo na opinião pelos jornais que possuem (entre outros o Daily Telegraph, um dos mais importantes do reino), dominando o comércio pelas suas casas bancárias e, em certos momentos mesmo, governando o Estado pelo grande homem da sua raça, o seu profeta maior, o próprio Lord Beaconsfield. Aqui, decerto, estamos longe de ver desencadear um ódio nacional, uma perseguição social contra os judeus; mas há suficientes sintomas de que o desenvolvimento firme deste estado israelita dentro do estado cristão começa a impacientar o Inglês. Não vejo, por exemplo, que o que se está passando na Alemanha, apesar de exalar um odioso cheiro de auto-de-fé, provoque uma grande indignação da imprensa liberal de Londres: e já mesmo um jornal da autoridade do Spectator se vê forçado a atenuar, perante os graves protestos da colónia israelita, artigos em que descrevera os judeus como uma corporação isolada e egoísta, à semelhança das comunidades católicas, trabalhando só no mesmo interesse, encerrando-se na força da sua tradição e conservando simpatias e tendências manifestamente hostis às do Estado que os tolera. Tudo isto é já desagradável.»

«Porque enfim, sob formas civilizadas e constitucionais (petições, meetings, artigos de revista, panfletos, interpelações), é realmente a uma perseguição de judeus que vamos assistir, das boas, das antigas, das manuelinas, quando se deitavam à mesma fogueira os livros do rabino e o próprio rabino, exterminando assim economicamente, com o mesmo feixe de lenha, a doutrina e o doutor.»

«O motivo do furor anti-semítico é simplesmente a crescente prosperidade da colónia judaica, colónia relativamente pequena, apenas composta de quatrocentos mil judeus; mas que pela sua actividade, a sua pertinácia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrência triunfante à burguesia alemã.»

«A alta finança e o pequeno comércio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos estados e aos príncipes, é a ele que o pequeno proprietário hipoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem! »

«Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, neste ponto, devo dizer que o Alemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio, adunco, caminhando cosido com a parede, e coando por entre as pálpebras um olhar turvo e desconfiado – pertence ao passado. O judeu hoje é um gordo. Traz a cabeça alta, tem a pança ostentosa e enche a rua. E necessário vê-los em Londres, em Berlim, ou em Viena: nas menores coisas, entrando em um café ou ocupando uma cadeira de teatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandaliza.»

«Mas o pior ainda na Alemanha é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem o luxo, tão hábil que tem um sabor de conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Alemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!»

23 Comments:

Anonymous Anónimo said...

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14 setembro, 2005 00:03  
Anonymous Anónimo said...

Excelente texto!
É impressionante como Eça de Queiróz quase que previu o futuro.
Porque será que os judeus foram sempre um povo perseguido?

14 setembro, 2005 18:53  
Anonymous Anónimo said...

não nutro simpatia pelo semitismo,contudo tenho que reconhecer, como Eça de Queiróz há longos anos constatou,que os judeus sempre tiveram, e tem talentos acima da média.
Muito a isso se deve e não só, o que hitler com eles fez. Creio que Eça de Queiróz extraordinariamente previu ,que num futuro próximo ,nada bom se agoirava.
Uma nódoa bem negra na história alemã.
Mas como o mundo não acabou ainda,outras surpresas podem surgir, esperemos que se...não sejam tão negativas.

15 setembro, 2005 13:51  
Blogger Weisswurst said...

Os únicos "talentos" que reconheço aos judeus, é a sua capacidade de se infiltrarem nos três principais sectores que controlam o mundo actual:

1 - A banca

2 - Os "mass media"

3 - Os governos

A grande maioria da banca, a nível global é controlada por grandes famílias judias.
As grandes companhias de televisão (para não falar de holywood) são controladas por judeus.
O governo dos Estados Unidos é nitidamente compactuante com o semitismo(política externa no médio oriente).

È nesta medida que o inimigo eterno dos judeus, há-de ser sempre o Nacionalismo, uma vez que esta ideologia, não só não promove a globalização como a combate.
O Nacionalismo centra todas as energias na construção de uma nação e dificulta a actuação do lóbi semita.
Para provar isto, basta recuarmos ao passado e observar que quem declarou guerra à Alemanha Naciona Socialista, foi incialmente, a comunidade judaica.

15 setembro, 2005 20:10  
Blogger tandyalexander17329719 said...

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15 setembro, 2005 23:09  
Anonymous Anónimo said...

quem declarou guerra à Alemanha Naciona Socialista, foi incialmente, a comunidade judaica.

muito estranho!
Nunca li nada a esse respeito!


A exterminação do povo judaico na Europa , aconteceu depois do início da 2° guerra ou estou enganado?

A escalada da Alemanha

Em 7 de março de 1936, a Alemanha começou a mostrar suas guarras ocupando a Renânia (região situada entre a França e a Alemanha).

O próximo passo da Alemanha nazista foi juntar-se à Itália fascista e intervir na Guerra Civil Espanhola em favor das forças do general Franco.

Logo em seguida, Hitler aliou-se formalmente com Mussolini, dando origem ao Eixo Roma-Berlim. Posteriormente, com a entrada do Japão essa aliança, formou-se o Eixo Roma-Berlim-Tóquio.

Hitler realizou o anschluss, anexação da Áustria à Alemanha, em março de 1938. Para isso, os alemães contaram com total apoio dos nazistas austríacos.

Em seguida, o Führer (líder) passou a exigir também os Sudetos, região da Tchecoslováquia onde viviam aproximadamente 3 milhões de alemães. O governo tcheco, decidiu resistir aos alemães. Para isso mobilizou suas tropas e pediu auxílio à França.etc.etc.

A

16 setembro, 2005 13:58  
Blogger Weisswurst said...

Para o Anonymous do "copy paste" das 15:38:

Uma vez que não leu nada sobre o assunto, pode aproveitar para faze-lo directamente no próprio Daily Express de 1933, onde é publicada uma notícia em PRIMEIRA PÁGINA, onde se vê que A JUDEIA DECLARA GUERRA À ALEMANHA.
(ver imagem associada a este post)

Após a subida de Adolf Hitler ao poder, a comunidade judaica a nível mundial, ao ver em risco os seus interesses económicos e políticos, decide declarar guerra à Alemanha. E isto em 1933.
Esta, é a verdade que, infelizmente, não vem nos livros de história, porque não convém que assim seja. Convém sim continuar a ensinar às sucessivas gerações, que os nazis é que são os maus da fita e os judeuzitos, tadinhos, arderam aos milhões. Mas isto é um tema que terei todo o prazer em falar, mais tarde... ;)

CumprimentoSS! E boas "leituras".

16 setembro, 2005 19:42  
Anonymous Anónimo said...

Caro Weisswurst
como o nome indica ,sind Sie ein grosser Bewunderer Deutschlands.
Richtig?
Nenhum possível ou imaginário argumento,poderá alguma vez justificar aquilo, que pelos nazis, aos judeus foi feito.
Deutsch ist meine zweite Muttersprache und das Volk finde ich gut.
Die Geschichte... hat s in sich.!

Trotzdem danke für die Information

17 setembro, 2005 13:30  
Blogger Weisswurst said...

Anónimo das 15:30:

Como disse acima, o que os Nazis fizeram (ou não) ao judeus, é um tema a tratar futuramente, neste blog. Este post diz respeito única e exclusivamente aos antecedentes que levaram à tão badalada perseguição semita.
Relativamente às questões que me colocou em Alemão, tenho imenso prazer em lhe responder, se bem que acho indelicado da sua parte, escrever numa língua pouco conhecida pelos leitores deste blog...

sind Sie ein grosser Bewunderer Deutschlands.
Richtig?

Admiro o povo alemão, mas admiro muito mais a ideologia nacional-socialista, que considero uma vacina para os males actuais do mundo.

Deutsch ist meine zweite Muttersprache und das Volk finde ich gut.
Die Geschichte... hat s in sich.!

A língua germânica, não é a minha "segunda língua materna", mas, por necessidade, ví-me obrigado a estuda-la. Quanto à História, como lhe disse acima, opurtunamente, debateremos esse tema

17 setembro, 2005 19:47  
Anonymous Anónimo said...

Como disse acima, o que os Nazis fizeram (ou não) ao judeus

caro Weisswurst
se fui indelicado,não foi intencional.
agradeço ter traduzido ,apesar do essencial estar escrito na nossa lingua.
Pensei que fosse de descendência germanica e por isso seria quase um exclusivo para o senhor.
Essa sim,era a intenção .


Quanto ao tema evocado,que acha inoportuno por agora,desejaria só salientar que esse "(ou não)"é duma,digamos ,impernitência alarmante e mais não digo.

17 setembro, 2005 21:30  
Blogger Weisswurst said...

Não há razão para alarme!
Graças ao revisionismo, nos últimos 60 anos, houve muitas verdades inabaláveis, que cairam por terra. O que outrora se considerava facto adquirido, é hoje lenda. Enfim... A História é assim mesmo, e ainda por cima é sempre escrita pelos vencedores...

17 setembro, 2005 21:40  
Anonymous Anónimo said...

Nenhum revisionismo e nenhum outro historiador terá poder de fazer ressuscitar os milhões de judeus assassinados, meu caro.
Creio que nem assim,o nazismo seria reabilitado.
Sei do que falo,e já tive inúmeras oportunidades de trocar impressões com muitos alemães.
Garanto-lhe que em nenhum ,até hoje ,descortinei uma ponta de orgulho desse PASSADO tenebroso.

Agora o senhor como portugues!...
querer desenterrar isso...!?
Lá saberá porqué!...Se calhar dá-lhe goso!
Até hoje, os simpatisantes activistas do neonazismo não têm feito coisa boa.
PS-(nem sequer boa figura.)

18 setembro, 2005 09:04  
Anonymous Anónimo said...

A propósito

Daily Express de 1933

talvez queira enriquecer os conhecimentos dos leitores desconhecedores da língua de Goehte.traduzindo o seguinte texto:


Wer aber einen Zeitungsartikel wie den im Daily Express unbedingt als "Kriegserklärung" bezeichnen will, der müsste die folgenden Äußerungen Hitlers folgerichtig ebenfalls als sehr früh formulierte Kriegserklärungen Hitlers an die Juden verstehen:

(...) unsere Sorge muß es sein, das Instinktmäßige gegen das Judentum in unserem Volke zu wecken und aufzupeitschen und aufzuwiegeln
Adolf Hitler in einer Rede am 13.8.1920
zit. n. Buchheim u.a., Anatomie des SS-Staates, S 567
Der Antisemitismus muß führen zur planmäßigen gesetzlichen Bekämpfung und Beseitigung der Vorrechte des Juden ... Sein letztes Ziel aber muß unverrückbar die Entfernung der Juden überhaupt sein.
Adolf Hitler in einem "Gutachten" vom 16.9.1919
Unnötig zu betonen, dass die Holocaust-Leugner und Hitler-Apologeten diesen logisch zwingenden Schritt nur ungern nachvollziehen

18 setembro, 2005 09:30  
Blogger Weisswurst said...

Lamento informa-lo, mas está enganado, meu caro: A Rescuscitação não só é possível, como FOI FEITA POR DIVERSAS VEZES...
Senão vejamos:

Em 1989 os historiadores do holocausto decidiram descer o número de mortos em Auschwitz, de 4 para 1,1 milhões.
No seu livro, “Auschwitz – Quantos pereceram?”, o Dr. Franciszek Piper(um respeitado historiador e director do museu de Auschwitz)conclui que o número inicialmente avançado pelos Soviéticos (cerca de 4 milhões) é errado. Segundo Piper, o número correcto ronda os 1,1 milhões.
Portanto, meu caro, aqui está um exemplo de que a rescucitação é possível!
No momento do colapso da ex-União Soviética, foi mostrada ao mundo, documentação que deitou por terra muitas das acusações que até então tinha sido feitas ao regime NacionalSocialista.
Resta-nos apenas esperar até 2012, onde irá ser divulgada muito mais documentação sobre o assunto, e garanto-lhe que os rescucitamentos irão continuar...

Quanto à tradução, sugiro-lhe um dos muito sites de tradução existentes na internet, uma vez que o meu rudimentar Alemão, não me permite faze-lo da melhor forma.

18 setembro, 2005 09:53  
Anonymous Anónimo said...

A propósito




Wer aber einen Zeitungsartikel wie den im Daily Express unbedingt als "Kriegserklärung" bezeichnen will, der müsste die folgenden Äußerungen Hitlers folgerichtig ebenfalls als sehr früh formulierte Kriegserklärungen Hitlers an die Juden verstehen:

(...) unsere Sorge muß es sein, das Instinktmäßige gegen das Judentum in unserem Volke zu wecken und aufzupeitschen und aufzuwiegeln
Adolf Hitler in einer Rede am 13.8.1920
zit. n. Buchheim u.a., Anatomie des SS-Staates, S 567
Der Antisemitismus muß führen zur planmäßigen gesetzlichen Bekämpfung und Beseitigung der Vorrechte des Juden ... Sein letztes Ziel aber muß unverrückbar die Entfernung der Juden überhaupt sein.
Adolf Hitler in einem "Gutachten" vom 16.9.1919
Unnötig zu betonen, dass die Holocaust-Leugner und Hitler-Apologeten diesen logisch zwingenden Schritt nur ungern nachvollziehen

18 setembro, 2005 09:58  
Blogger Weisswurst said...

Quanto à tradução, sugiro-lhe um dos muito sites de tradução existentes na internet, uma vez que o meu rudimentar Alemão, não me permite faze-lo da melhor forma.

Já todos sabemos que o Alemão é a sua segunda língua, mas aqui escreve-se em Português, por favor.

18 setembro, 2005 10:02  
Anonymous Anónimo said...

Quem quizer considerar incondicionalmente o artigo do Daily Express 1938 como uma declaração de guerra,teria obviamente que entender as seguintes exteriorizações de hitler nos anos 19 e 20,dirigidas aos judeus,como declarações de guerra.

Terá que ser nossa preocupação,acordar,instigar e amotinar o instinto do nosso povo contra o povo judaico.
(Discurso de hitler em 13-8-1920)

PS- Deseja que traduza o resto?
como elucidação creio que basta.

19 setembro, 2005 15:54  
Blogger Weisswurst said...

1º - Hitler, nos anos 19 e 20 não estava no poder, logo não tinha meio de declarar fosse o que fosse, muito menos uma guerra.

2º - A declaração de guerra, aconteceu de facto. Não há modo de dar a volta à situação ou enquadrar esse facto noutro contexto qualquer. A comunidade judaica, pela mão de Chaim Weizmann(presidente da Organização Mundial Sionista e mais tarde, 1º Presidente de Israel), ordenou um boicote à economia Alemã(já de sí, fragilizada), durante 6 longos anos.

3º - 50(cinquenta) anos antes do Partido NacionalSocialista subir ao poder, Eça de Queiroz alertou para a inflitração sorrateira dos judeus, nos principais sectores da sociedade Alemã, apontando todos os malefícios que daí surgiriam.

Para quem pensa que a dita perseguição aos judeus, foi obra de um lunático, têm aqui muito material para rever a sua posição.

Quanto, à sua pergunta acerca da tradução, agradeço-lhe o gentil gesto, mas como deve calcular, esses textos, já os sei de cor e salteado bem como a localização deles na internet.
Abençoado Copy/Paste que transformas um simples mortal, num eloquente "historiador".

CumprimentoSS! ;)

19 setembro, 2005 22:38  
Anonymous Anónimo said...

Abençoado Copy/Paste que transformas um simples mortal, num eloquente "historiador".


Até mesmo os verdadeiros Historiadores se servem do que outros escreveram.
Foi sempre assim em todas as épocas e vai continuar.

Também o senhor, que parece defender com fervor o renascimento dum neonazismo,terá se servido da imensidão da internet para se apoiar, passando naturalmente ao lado do desfavorável.
Pelo meu lado,saliento a curiosidade e uma vontade grande de dialogar com apoiantes de ideologias diversas.
O nazismo "foi".
Historicamente "é".
Discutir sobre isso...é cultural.
estimular o seu renascimento...é muito perigoso.

Claro que o texto foi copiado naturalmente da net. A tradução livre è minha.
Que já o conhecia,nunca duvidei.

PS-A propósito,eu vivi algum desse infernal tempo, e o senhor já cá andava ?

Cumprimentos.

20 setembro, 2005 14:24  
Blogger Weisswurst said...

Ainda não chegamos a essa parte. A bem da transparência da comunicação convém darmos um passo de cada vez. O que é proposto discutir neste tópico, é o aparecimento gradual, no último século, de sentimentos anti-semitas em practicamente todo o mundo ocidental.

E já agora, uma vez que demonstra ter curiosidade e vontade de discutir estes temas, aconselho-o a registar-se e obter um "nickname" porque esta coisa de estar a falar com um "anonymous" é um pouco desconcertante.

Pelo que depreendo, das suas palavras, experimentou na primeira pessoa, o regime do 3º reich. Isso é muito interessante e enriquecedor para este blog! Eu não sou assim tão vivido, no entanto nasci antes do "putch" de Abril de 1974.

20 setembro, 2005 22:41  
Blogger [Mamede] said...

foi bastante renhido, interessante e esclarecedor este duelo de palavras.

19 outubro, 2005 22:24  
Anonymous Anónimo said...

Será que se Eça fosse pró judeu, o teria chamado na mesma:"grande Eça", como fez na introdução ao seu texto?

Judeus, mais alemães que o Hitler a viver na Alemanha há mais tempo e com mais afinidades com este países do que muitos nacional socialistas era o que não faltava na Alemanha antes das guerras. Palhaçada esta merda do anti-semitismo!

Quando é que acordam das drogas que vos dão para serem assim anormais?

20 outubro, 2005 17:00  
Blogger Weisswurst said...

Será que se Eça fosse pró judeu, o teria chamado na mesma:"grande Eça", como fez na introdução ao seu texto?

Claro que sim... Eu até costumo dizer "o grande Einstein", "o grande Freud", etc...

Judeus, mais alemães que o Hitler a viver na Alemanha há mais tempo e com mais afinidades com este países do que muitos nacional socialistas era o que não faltava na Alemanha antes das guerras

Adolf Hitler, como se sabe, era Austríaco. Este país, tinha e tem em comum com a Alemanha, a língua, a cultura e o mesmo povo (todos os ingredientes para formar uma nação)
Sendo assim, explique-me por favor, como é que sabe que Adolf Hitler era "pouco Alemão"

Quanto ao insulto, devolvo-lhe a acusação de palhaço drogado, uma vez que neste Forum, ninguem se mostrou anti-semita. O que se pretende com este texto de Eça de Queiróz é mostrar que o anti-semitismo é mais antigo, do que se julga.
Passe bem.

20 outubro, 2005 21:36  

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