17 outubro 2005

PORTUGAL COMO DESTINO

A "pedido" de alguns leitores deixo aqui um/o espaço adequado para se poder falar da imigração/emigração, "prós e contras".

PORTUGAL COMO DESTINO

O grande "boom" da imigração ocorreu a partir de 1999 e só em 2003 abrandou.
O número de imigrantes legais em Portugal, atinge 388.258 pessoas (Meados de 2002).

IMIGRANTES CLANDESTINOS

A situação dos imigrantes ilegais, sobretudo no Algarve, tornou-se nos últimos tempos particularmente problemática.
Uma coisa é certa o número de imigrantes ilegais, nos últimos anos, não tem parado de aumentar. Estimava-se em Abril de 2002 que vivessem em Portugal cerca de 200 mil imigrantes clandestinos, os números reais ninguém o sabe.
IMIGRANTES ASIÁTICOS
Residentes estrangeiros de países asiáticos:China-6.940 (dados de 18/2/2002). India-1.296; Paquistão-860 (dados de 12/2000).
IMIGRANTES DO LESTE
Residentes estrangeiros de países do leste da Europa: Ucrânia-50.499; Moldávia-10.221; Roménia-8.815; Rússia-6.015 (dados de 18/2/2002). Calcula-se que o número de imigrantes do leste legais e em situação ilegal seja actualmente superior a 200 mil.
IMIGRANTES BRASILEIROS
Residentes estrangeiros provenientes do Brasil:48.691 (dados de 18/2/2002). O número real de brasileiros a residir em Portugal, em meados de 2004, calculava-se que fosse superior a 100 mil pessoas.
IMIGRANTES DE ÁFRICA - Países Muçulmanos
Nos últimos dois anos, foram concedidas 1348 autorizações de permanência a marroquinos, seguindo-se os egípcios, com 654, os argelinos (138) e os tunisinos (136). As restantes nacionalidades não têm praticamente qualquer expressão. (Dados de Fevereiro de 2003).
IMIGRANTES AFRICANOS
A principal comunidade é a cabo verdeana, cujo crescimento não tem parado de aumentar. Em 1980 residiam em Portugal 21.022 cabo verdeanos, em 2000 eram cerca de 47.200 atingindo em 2003 os 69 mil imigrantes legalizados.
O total de imigrantes africanos, com a situação legalizada, ascendia em finais de 2002 a mais de 120 mil pessoas, na sua maior parte provenientes dos PALOP´s (116 mil).
O número de imigrantes ilegais é provavelmente o dobro, os quais vivem frequentemente em condições miseráveis, amontoando-se em bairros clandestinos à volta de Lisboa (Almada, Loures, Amadora, Sintra).

19 Comments:

Blogger Tiago Braga said...

Anonymous said...

Braga, aos poucos também começa a ficar descaracterizada por tantos africanos e brasileiros.
De cidade mais jovem do país, em breve deve começar a ser conhecida pelos gangues de "jovens", como os da praia de CarcaveloS. Um autêntico Brasil.
Com as minina do Brasiuuu a prostituirem-se os africanos e brasileiros a roubarem e a estragarem, muito em breve, vai deixar de ser a pacata e bucólica cidade de Braga, a assemelhar-se uma
enorme favela.
Pelo menos os patos bravos aí da zona já têm de ir ao Brasiuuu às mininas ao sexo fácil e baratucho, está mesmo aí à porta de casa.

10 Outubro, 2005 22:59


Anonymous said...

Quando nos anos 50 e 60 muitos ,demasiados portugueses daqui sairam para quase toda a parte do mundo para governar as suas vidinhas.
Trabalhando, muitas vezes foram vistos como autênticos intrusos,nos países de acolhimento porque só vinham complicar o sistema ,blá blá etc etc.

Muitos dos que por cá ficaram, não fazem a mínima ideia, do quanto esses compatriotas comtribuiram com as suas poupanças,para que cá no burgo, tudo fosse de vento em popa. Agora virou-se o feitiço...
O Mundo continua a girar,

14 Outubro, 2005 18:22


Anonymous said...

Muitos dos que por cá ficaram, não fazem a mínima ideia, do quanto esses compatriotas comtribuiram com as suas poupanças,para que cá no burgo, tudo fosse de vento em popa. Agora virou-se o feitiço...
O Mundo continua a girar,

14 Outubro, 2005 18:22


Que confusão que vai nessa cabeça.
Os Portugueses emigraram com os epsnhóis italianos franceses alemães ingleses. Isso não significa que a Europa possa ser invadida( é esta a situação actual) trata-se de uma invasão. Até porque é exactamente por essa visão Humanista que os Europeus têm que somos tão tolerantes como ainda estamos a ser com a imigração.
Vá lá bvender esse peixe aos africanos, aos asiáticos, aos países do magrebe, do médio oriente, vá lá dizer-lhes que têm de receber e subjugar-se à vontade de toda a gente que quiser entrar nos seus países.
Diga-lhes que têm que receber milhões de estrangeiros e dar-lhe subsidios e tolerar os seus hábitos usos e costumes que põem em causa a coesão Nacional.

14 Outubro, 2005 20:17


Anonymous said...

Diga-lhes que têm que receber milhões de estrangeiros


O Mundo continua a girar

A vez desses países há-de chegar.

Quem diria há trinta anos ,que nos tornaríamos numa terra ambicionada?

Haverá sempre mais pobres com espírito aventureiro.

15 Outubro, 2005 15:03


Anonymous said...

Será que ninguém reparou que estão comentar no sítio errado? Deixem lá de ser papagaios irracionais e olhem para o tema deste tópico: SIMON WIESENTHAL E A LENDA DO SABÃO
Concerteza que a equipa do Braga-Nacional, irá posteriormente criar um tópico dedicado à i/emigração. Aí poderão debitar tudo o que aprenderam sobre esse assunto.

Agora, relativamente ao tópico em questão, gostava de dizer que há ínúmeros crimes de guerra, cometidos pelos aliados, que nunca chegaram a ser julgados, como por exemplo, o bombardeamento da cidade alemã de Dresden, desprovida de qualquer objectivo militar, onde foram assasinados mais de 200,000 civis. Tudo isto em 3 dias de ininterrupto bombardeamento, quando já toda a gente sabia o desfecho da guerra.

Mentirosos, como esse Simon Wieasenhtal, contribuiram para que o Nacionalismo seja visto como uma ameaça. Coisa que não é.

Cumprimentos ao pessoal do Braga-Nacional e parabéns pelo blog!

15 Outubro, 2005 16:16


Anonymous said...

«Diga-lhes que têm que receber milhões de estrangeiros


O Mundo continua a girar

A vez desses países há-de chegar.»

Vá lá mentalizá-los disso, porque já estão muitos a bater-lhes à porta e não os deixam entrar.

«Quem diria há trinta anos ,que nos tornaríamos numa terra ambicionada?»
Quem diria que os mesmos comunas traidores à Pátria que há 30 anos berravam áfrica para os negros Europa para os Brancos, agora, histericamente contra a vontade dos Povos Europeus, berram a Europa é para todos, África é para os negros, neo-colonialismo não!
Quem diria que os mesmos africanos e outros que tais que há 30 anos nos co

15 Outubro, 2005 20:09


Anonymous said...

«Diga-lhes que têm que receber milhões de estrangeiros


O Mundo continua a girar

A vez desses países há-de chegar.»

Vá lá mentalizá-los disso, porque já estão muitos a bater-lhes à porta e não os deixam entrar.

«Quem diria há trinta anos ,que nos tornaríamos numa terra ambicionada?»
Quem diria que os mesmos comunas traidores à Pátria que há 30 anos berravam áfrica para os negros Europa para os Brancos, agora, histericamente contra a vontade dos Povos Europeus, berram a Europa é para todos, África é para os negros, neo-colonialismo não!
Quem diria que os mesmos africanos e outros que tais que há 30 anos nos combatiam e matavam Portugueses porque não nos queriam em África vêm agora para a nossa Pátria. Quem diria que os filhos daqueles aos quais concedemos o privilégio de vir para a nossa terra, hoje tenham ressentimentos pelo passado em comum demonstrando cabalmente não serem dignos da oportunidade que lhes foi concedida.

«Haverá sempre mais pobres com espírito aventureiro.»
Os pobres que vêm de África são consequência da intervenção dos comunas, e das pseudo elites negras com fortunas incomensuráveis à custa do próprio povo, agora assobiam para o lado como se não fosse nada com eles.
Quanto a aventura, a Europa, já está desde há muitos séculos povoada, com regras e costumes que nos permitiram atingir um excelente patamar civilizacional, a quem lhe foi concedido o privilégio de permanecer é obrigado a integrar-se e adaptar-se, coisa que africanos e sul americanos são incapazes de fazer, não há por aqui nada que proporcione aventuras. Apenas matar a fome porque é esse o álibi deles, a fome e a guerra, não avançam com o álibi das aventuras. Para aventuras e descobrimentos vão os Europeus para africa.

Ao anónimo das 16:16 estas mentiras e as cassetes debitadas por aqueles que sustentam ideólogos das portas escancaras a quem não pertence à Europa, não podem passar em claro.

15 Outubro, 2005 20:09


Anonymous said...

A Terra em que momentaneamente vivo é minha?!

É nossa?!

Não devemos nem queremos reparti-la com alguém?!

Quando morrermos levamos a "nossa" Terra connosco?!

Para onde?

Ou será que nós é que somos pertença da Terra?

ELA e a Natureza, decidiram, decidem e determinarão eternamente QUEM nela viverá.

Tu, eu, nós, estamos somente de passagem e somos tão pequeninos.

ambição,egoismo,descriminação,inveja,

Para quê ?! e Porquê ?!

16 Outubro, 2005 09:17


Anonymous said...

Quem diria que os mesmos africanos e outros que tais que há 30 anos nos combatiam e matavam Portugueses porque não nos queriam em África vêm agora para a nossa Pátria

E quantos dos nossos estão actualmente em Africa?

16 Outubro, 2005 17:05


Anonymous said...

ambição,egoismo,descriminação,inveja,

Para quê ?! e Porquê ?!
O característico tique argumentativo utilizado pela esquerda a desonestidade intelectual e tentativa de calunia , em nada do que está escrito no post e nos comentários desfavoráveis à politica permissiva e irresponsável de imigração, que assume contornos de invasão, se pode em boa fé, aferir o que foi enunciado pelo anónimo das 9:17


Porquê e para quê tanta pobreza de espírito por parte da esquerda.

Quanto ao resto do comentário são assuntos que tu tens que resolver.

16 Outubro, 2005 21:00


Anonymous said...

«E quantos dos nossos estão actualmente em Africa?»
Por nossos refere-se a Portugueses?

Gostava de ouvir a sua estimativa de quantos Portugueses estão em África, onde, e como são tratados.

16 Outubro, 2005 21:02


Tiago Braga said...

se não estou enganado so na africa do sul já morreram 357 "portugueses brancos"...

no entanto este não é defacto o topico para discutir a imigração/emigração

sobre o tema não acredito que ainda exista algume que acredite em tal mentira...

16 Outubro, 2005 22:13


Anonymous said...

Há muito mais de um milhão de portugueses espalhados pelo mundo.
É um facto.

Supondo utopicamente que todos os países expulsariam os não nacionais,
a diferenca numérica dos que regressavam e os que sairíam era nos favorável?

De modo algum.

Nem todos os estrangeiros que por cá labutam vivem de subsídios.

Não poucos aguentam-se vivos... vegetando.

E já agora, quem nos fazia as paredes das novas casas?

Quem executava as tarefas que esta geração está se burrifando para fazer?

Se alguns imigrantes são conflituosos ou criminosos mesmo,
é a justica que se de deve responsabilisar.
A sua incapacidade de penalisar e reeducar é de bradar aos céus.

Concordo que para grandes males havia de haver grandes remédios.
Tais como: penas mais rígidas e até repatriações em caso delicados.

Mas...Incorrer no erro de os meter todos no mesmo saco é simplesmente descabido.

PS não são argumentos de esquerda, direita ou centro, meu caro Tiago Braga, mas sim singelamente
Humanísticos

17 outubro, 2005 17:22  
Blogger Tiago Braga said...

desculpas de quem aceita a imigração:

a) a baixa taxa de natalidade;

b) o elevado envelhecimento da população portuguesa;

c) a emigração secular que embora tenha abrandado, ainda não estagnou;

d) a reduzida capacidade de inovação das empresas e do Estado, nomeadamente para produzir mais e melhor com menos recursos humanos;

"É por todas estas e outras razões que se não fossem os imigrantes, muitas das actividades produtivas do país já tinham entrado em completa regressão, ou mesmo desaparecido com consequências catastróficas para a economia e a sociedade portuguesa."

talvez o ultimo Anonymous tenha encontrado a solução: mandem o que cá estão embora e tragam o que nos temos lá fora...a coisa seria ele por ela de certeza, uma vez que não acredito nos numeros apresentados pelo observatorio

17 outubro, 2005 17:35  
Blogger Weisswurst said...

Há muito mais de um milhão de portugueses espalhados pelo mundo.
É um facto.

É sim senhor. Mas também é um facto que nunca se viu nem nunca se verá um bando de 5,50 ou 500 Portugueses a vandalizar um comboio, fazendo assaltos selectivos aos utentes de raça branca. O povo Português têm essa excelente característica, de se adaptar e respeitar a cultura do país anfitrião. Uma prova disso é a população emigrante no Luxemburgo que é maioritariamente Portuguesa e é extremamente bem aceite pelos Luxemburgueses.

E já agora, quem nos fazia as paredes das novas casas?
Quem executava as tarefas que esta geração está se burrifando para fazer?

Quem fazia isso? Nós os Portugueses, se recebessemos salários decentes. A prova disto, é que durante o último ano, emigraram 20,000 Portugueses para trabalhar na construção civil. Portanto, a classe operária não tem preguiça, têm é necessidade de alimentar e proteger as suas famílias (coisa cada vez mais dificil de fazer neste país)

O problema, é que para os gestores desonestos da maioria das empresas Portuguesas, a imigração ilegal é sinónimo de baixos salários e ausência de preocupações sociais. É por isso que convém que entrem mais e mais imigrantes neste país.

PS não são argumentos de esquerda, direita ou centro, meu caro Tiago Braga, mas sim singelamente
Humanísticos

É com esses argumentos humanísticos que o país é arrastado pelo lodo, há mais de 30 anos. Deveria ser a preocupação principal de um Estado, proporcionar condições dignas aos seus habitantes, e só depois preocupar-se com o humanismo. É isto que qualquer chefe de família faz. É isto que qualquer estado deveria fazer.

17 Outubro, 2005 20:33

17 outubro, 2005 21:06  
Blogger Tiago Braga said...

para ler sobre o assunto:

http://www.frente-nacional.org/
- link do racismo

http://www.forum-nacional.net/~fn/textos/africa_sul.htm

17 outubro, 2005 21:54  
Blogger Tiago said...

"Mas também é um facto que nunca se viu nem nunca se verá um bando de 5,50 ou 500 Portugueses a vandalizar"

Mentiroso, eram só 5 ou 6 e não eram jovens africanos... o video da Doutora Diana Amacocaina confirma!

Eu continuo a achar que não houve arrastão...

(para os mais parvos, estou a gozar)

17 outubro, 2005 23:20  
Anonymous Anónimo said...

Anonym hat gesagt…
Weisswurst Hat gesagt

O meu caro

talvez não conheça uma das grandes realidades dos emigrantes portugueses, que é serem capazes lá fora de executar tarefas ,que cá no burgo nem dadas as querem.
As mulheres fazem limpesa,( aqui nem pensar)os homens ajudam-nas,e não raras vezes se ocupam com os conhecidos biscates, porque sempre é mais algum que se aferrolha.
Sabia que nos anos gordos de emigracao,muitos dos que se atreveram a dar esse passo,regressaram porque não aguentavam a "pedalada" exigida?

Resumindo : ficaram por lá os sem medo do trabalho,e os que não resistiram, vieram engrossar o já numeroso grupo de calões, que só fazem alguma coisa, se puderam usar gravata no emprego.

Sabe,isto é como separar as batatas podres do saco.
O resultado é termos só boas.

Na emigração é um pouco assim.

E porque não evocou a nossa "justiça"?

Sabe que existem no estrangeiro muitos portugueses a cumprir penas de prisão?
E se esses e os outros regressassem (mais dum milhão)?
Sobre isso nem uma palavra!

Gestores desonestos è grande moda neste momento no mundo.
Nós nem isso inventàmos.
Copiamos fàcilmente o nocivo.


"Deveria ser a preocupação principal de um Estado, proporcionar condições dignas aos seus habitantes, e só depois preocupar-se com o humanismo".
---------------------------
As duas em simultâneo meu caro, as duas.

Uma boa noite.

17 Outubro, 2005 21:42

18 outubro, 2005 08:24  
Blogger Weisswurst said...

ficaram por lá os sem medo do trabalho,e os que não resistiram, vieram engrossar o já numeroso grupo de calões, que só fazem alguma coisa, se puderam usar gravata no emprego

De todas as pessoas que conheço, que foram obrigadas a emigrar (e acredite que são mesmo muitas), nenhuma delas se enquadra nesse perfil. É tudo gente trabalhadora, cumpridora, honesta e altamente adaptável à situação diferente que encontraram.
Parece-me é que, ou está distraido, ou não leu atentamente o que escrevi. A visão Nacionalista de Estado, é que este crie condições para que o flagelo da e/imigração não seja necessário e portanto dar prioridade aos interesses dos cidadãos desse mesmo estado.

Em relação à justiça, aconselho-o a por o olho nesta tabela, onde pode ver números sobre os presos em Portugal e respectivas nacionalidades. (tenha em conta que os pretos que nasceram cá, são considerados Portugueses e portanto não constam dessa tabela)

http://www.dgsp.mj.pt/arquivo/estatistica2002/12.gif

Gestores desonestos è grande moda neste momento no mundo.
Nós nem isso inventàmos.
Copiamos fàcilmente o nocivo


Nesse aspecto, dou-lhe 100% razão. O grande problema dos Portugueses, é copiar o pior que vem lá de fora. É por isso, que o ideal Nacionalista dá tanto valor ao que de melhor se faz aqui dentro.

;)

18 outubro, 2005 14:13  
Anonymous Anónimo said...

De todas as pessoas que conheço, que foram obrigadas a emigrar (e acredite que são mesmo muitas), nenhuma delas se enquadra nesse perfil. É tudo gente trabalhadora, cumpridora, honesta e altamente adaptável à situação diferente que encontraram
------------------------
Caro Weisswurst
Absolutamente de acordo,pois essas pessoas que alude ,fazem parte das corajosas que ficaram sem receio de executar qualquer trabalho, que lhes tenha sido exigido.
Eu fiz uma referência ,(pouco elogiosa é certo), aos muitos que desistiram por ser duro e incómodo.

Depois de ter trabalhado 34 anos no estrangeiro e convivido lá com muitas centenas de compatriotas,acho-me suficientemente autorisado a prenunciar-me um pouco sobre este assunto, não lhe parece?
Creio que o meu caro procura em vão ,uma solução para a efectivação duma sociedade perto do perfeito.(só portugueses)
Admitindo hipoteticamente que o conseguiríamos,qual seria a fase seguinte?
Peneirá-los de forma a irradiar todos os que nos parecessem indesejáveis ?
Após a escolha elitista ,não restariam muitos, não.

Aqui para nós meu caro ,acha que nos deixariam ficar ?!

O meu caro è obviamente bastante inteligente e culto.
Admitindo-o, custa-me a crer que acredite em quimeras.
Agrada-me comunicar consigo.
Boa noite.

18 outubro, 2005 19:05  
Blogger Weisswurst said...

acho-me suficientemente autorisado a prenunciar-me um pouco sobre este assunto, não lhe parece?
Parece sim senhor! E é precisamente para isso que serve este espaço: Para as pessoas se pronunciarem.

Creio que o meu caro procura em vão ,uma solução para a efectivação duma sociedade perto do perfeito.
E não é o que procuramos todos?
Talvez a divergência entre nós, seja o meio escolhido para atingir esse fim.
A peneira a que se refere, não têm obrigatoriamente que passar por uma "solução final" à moda de hollywood, mas sim pela (re)educação das pessoas.Seria necessário incutir uma série de valores e conceitos que os governos dos ultimos 30 guardaram na gaveta:
O amor pela Pátria;
O respeito pelo sangue e lágrimas, derramados pelos nossos antepassados;
O orgulho em ser Português;
A admiração pela nossa cultura secular;
O sonho em (re)construir uma nação que vem batendo no fundo...

O problema é que estas coisas demoram muito tempo a implementar. E os nossos sucessivos governos acham prioritária a re-eleição em vez de resultados que surtiriam efeito em 20 ou 30 anos: Repare no estado a que chegou o nosso sistema educativo...
Será uma tarefa difícil, é certo, mas muito mais dificil será, se continuarmos a ser literalmente invadidos por pessoas que nada têm a ver com o que acima descrevi.´
Há um excelente exemplo que demonstra a importância de tais valores: A Irlanda. Este país entrou para a comunidade europeia com um nível de vida bastante inferior ao nosso, no entanto, já nos deixou bem para tràs. Vá investigar sobre o apego à terra, às tradições e ao orgulho nos seus ascendentes tão típico do povo Irlandês. Hoje, como você já admitiu, é pratica corrente o povo Português importar hábitos e comportamentos que nada ajudam ao desenvolvimento de Portugal como nação. É contra isto que nós, nacionalistas lutamos; É contra isso que qualquer Português digno desse nome deveria lutar.

18 outubro, 2005 20:09  
Anonymous Anónimo said...

Weisswurst 18 Outubro, 2005 19:05


os nossos sucessivos governos acham prioritária a re-eleição em vez de resultados que surtiriam efeito em 20 ou 30 anos:

No fundo não nos diferenciamos muito no que diz respeito a Patriotismo.
Ambos amamos a nossa terra e desejamos o MELHOR.
No "como" é que possivelmente nos desencontramos.
Não vou evocar o amor pelo próximo,que é argumento teológico,mas sim o humano.
Eis a razão para pensar assim:
Uma grande parte da minha vida convivi com pessoas de várias raças e credos,que longe das suas terras,não raras vezes infelizes e mordidas por uma saudade indiscritível, lutaram no "fim do mundo", sem culpa alguma de serem provenientes de paises mais pobres e culturalmente atrazados.
Muitos, (incluindo compatriotas) ,desistem quando se apercebem do engano a que foram indusidos por gente sem escrúpulos, na maior parte das vezes até da mesma nacionalidade.
No estrangeiro as leis exigem sem dúvida civismo e respeito cumprimento.
Os trangressores sentem o peso das penas aplicadas.
É tudo um problema de educação e de educadores,pois como em tudo na vida,alguns educandos tendem para o descarrilamento , se não lhe forem aplicadas as devidas sansões.
No nosso país deixam estas coisas de educação um pouco á balda, e até tentam esconder o menos agradável,camuflando assim a sua responsabilidade.
Nisto temos obviamente um volumoso deficit.
A nossa terra necessita de pessoas que queiram trabalhar dignamente.
A origem delas deve ser secundária.
Creio que está aqui a razão da nossa discrepância.

19 outubro, 2005 09:32  
Anonymous Anónimo said...

leia-se
No estrangeiro as leis exigem sem dúvida civismo , respeito e cumprimento.

19 outubro, 2005 13:40  
Blogger Weisswurst said...

A nossa terra necessita de pessoas que queiram trabalhar dignamente.
A origem delas deve ser secundária.


Você nunca há-de conseguir incutir num imigrante, comportamentos que visem melhorar a nação(até com Portugueses isso é difícil), visto o único objectivo desse imigrante, é a melhoria da suas própias condições de vida (nunca as do país)

Ou está à espera que acredite que quando você foi emigrante, sonhava em contribuir para o desenvolvimento da Alemanha?

20 outubro, 2005 21:47  
Anonymous Anónimo said...

Ou está à espera que acredite que quando você foi emigrante, sonhava em contribuir para o desenvolvimento da Alemanha?

20 Outubro, 2005 21:47

O lucro produzido em qualquer país do planeta, é ,e será sempre o fruto da contribuição de TODOS ,que com afinco trabalham.
Como é óbvio ,englobado num todo,estou certo que no meu tempo activo ,também dei o meu contributo ,e não está em causa, se in/ ou voluntariamente.
Hoje em dia, sonhamos sim ,mas com o nosso próprio desemvolvimento.
Não acredito em excepções.
A questão que me pôs é de simples resposta: não se trabalha por ideologia ,mas sim por absoluta necessidade.

(alguma excepção só confirmará a regra).

Um bom dia para si.

21 outubro, 2005 09:11  
Blogger Weisswurst said...

Ó meu amigo, nem só de trabalho vive o homem...
Uma pessoa que seja obrigada a ir viver para um país estranho vai também ser obrigada a:

relacionar-se com os habitantes; viver em sociedade;
exprimir-se numa lingua que não é a sua;
adoptar hábitos diferentes;
cumprir regras diferentes;
professar uma religião estranha;

Mas o problema não para por aqui. É necessário ver que, no caso de imigrantes africanos, que venham para cá viver, é prática comum, um aumento rápido e exponencial do agregado familiar, uma vez que a permanência neste país, é sinónimo de aumento drástico do seu nível de vida.
Como se sabe, as famílias Portuguesas têm infelizmente, uma média de 1,5 filhos, o que está a fazer com que a população nativa esteja a ser literalmente substituida por estrangeiros.

E por falar em regras e exepções, gostava de lhe falar de uma regra:

Normalmente, que adopta discurso semelhante ao seu, é porque não tem os filhos a frequentar uma escola, onde 95% da população é negra, sendo tratados como uma minoria e obrigados a baixar a bola, caso contrário os "brodas" dão-lhes cabo do canastro.
Mas é claro que há exepções, como em tudo na vida.

21 outubro, 2005 14:21  
Anonymous Anónimo said...

Caro weisswurst
juízos, convicções,argumentos, esclarecimentos e intuitos melhorativos não faltaram nesta nossa breve troca de impressões ( o tema é infinito).
Lamento,que a análise tenha sido desenvolvida pràticamente só por nós.
Todavia,apraz-me referenciar e concluir,que o fizemos com um civismo saudável, nem sempre usual nos blogues que visito.

Ficarei a aguardar outro tema interessante,para reatarmos a nossa comunicação.
Cumprimentos J.

23 outubro, 2005 09:12  
Blogger Weisswurst said...

Caro anonymous,

O prazer é recíproco. Se não conseguí alterar a sua visão do mundo, pelo menos desfiz o mito de que os Nacionalistas são mal-educados e pouco inteligentes...
Obrigado pela sua participação e ficamos a aguardar mais visitas suas.

Cumprimentos!

23 outubro, 2005 17:57  
Blogger Weisswurst said...

Bem a propósito deste tema, gostava de saber a opinião dos leitores sobre os últimos acontecimentos em França, onde grupos obviamente organizados de "jovens" (como a comunicação social gosta de lhes chamar), têm vindo a mostrar aquilo em que são bons: Violência, destruição de propriedade alheia, vandalismo e ataques selectivos à população branca e respectivos bens.
Gostava também de perguntar aos Portugueses que já foram emigrantes, se se lembram de se juntarem em grupos de centenas e fazer algo parecido com o que estamos a ver...

05 novembro, 2005 13:04  
Anonymous Anónimo said...

Para reflectir.

(extrato dum post actual)

Já o jovem filho de imigantes culpa também o Estado, porque os empregos disponíveis para si são mal remunerados, na sua opinião. Como, também, a maioria destes jovens nunca se interessaram por obter formação profissional adequada, nem obtiveram as qualificações profissionais que permitem um alto poder de compra na sua carreira profissional (quando têm emprego), culpa o Estado o sistema capitalista pela falta de empregos ou os que existem são mal remunerados. Estes jovens, por norma, não aceitam os mesmos empregos e salários dos seus próprios pais, oriundos da pobreza extrema, por norma.

06 novembro, 2005 08:18  
Anonymous salazar said...

onde estão o numero de imigrantes da alemnha, aqueles filhos da puta

08 novembro, 2005 14:51  

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