PNR :: Manifestação :: 17 de Setembro
Em defesa da família e do bem-estar das crianças, dizemos NÃO! Às pretensões dos homossexuais e dizemos NÃO! Aos pedófilos.
BASTA! Portugal aos Portugueses e às suas normais tradições!"
www.pnr.pt

E é precisamente sobre este “Mito Urbano” que eu me proponho escrever. Para desmontar o lóbi gay e mostrar à sociedade as mentiras que por ai se dizem.
Vou ter como base de refutação os textos apresentados por Rita P. Silva no site http://homofobia.com.sapo.pt/. E porquê este site e não outro? É fácil de responder! Em todos os outros sites que abordam este tema, a tendência é cair no ridículo, acontecimento comum entre essa gente, pois para além de mostrarem fotos de mulheres e homens nus ou seminus e de homens vestidos de “palhaços”, perde toda a credibilidade de quem diz defender algo de sério.
Este site pretende transmitir credibilidade através de textos bonitos, mas na realidade indica parte da verdade, ou seja, são textos relatados da maneira mais conveniente para quem os escreve.
Senhor(a) Rita P. Silva vamos então ver o que tem estado a ocultar aos seus leitores.
Vamos começar pelo tópico “o que é a homossexualidade?”
“…a partir de 1970 começou a surgir uma perspectiva positiva, generalizada, em relação à homossexualidade. A APA (American Phychological Association) retirou a homossexualidade do seu “Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais” (DSM) em 1973, depois de rever os estudos e provas que revelavam que a homossexualidade não se enquadra nos critérios utilizados na categorização de doenças mentais.” In http://homofobia.com.sapo.pt/homossexualidade.html
Aqui só é dita meia Verdade. Pois existe uma ocorrência que a senhor(a) está omitir aos seus leitores.
O Dr. Robert Spitzer, foi um dos principais responsáveis, por de trás da decisão (1973) da American Psychiatric Association´s de remover a Homossexualidade como uma doença mental dos manuais da APA - American Phychological Association.
Mas também, é o próprio Dr. Spitzer que diz actualmente estar convencido que homens ou mulheres que tem orientações homossexuais podem corrigir suas preferências sexuais através da terapia. As suas recentes descobertas estão publicadas num livro intitulado Archives of Sexual Behavior (Vol. 32, nº 5, Outubro de 2003, pp. 403-417).
Ou seja vinte anos de experiência mudaram a sua percepção das causas que defendia.
“…as investigações mais recentes…”. O que é isto? Quer dar credibilidade aos “seus” textos, utilizando termos como "investigação", olhe que as palavras não são tudo, também as temos que sustentar!? Eu vou-lhe falar de algumas investigações.
“The Innate - Immutable Argument Finds no Basis in Science: In Their Own Words: Gay Activists Speak About Science, Morality, Philosophy” escrito por A. Dean Byrd, Shirley E. Cox e Jeffrey W. Robinson. narth
Já ouviu falar? Os autores deste estudo citam cuidadosamente um número variado de investigações sobre o tema da homossexualidade sobre as quais trabalharam durante os últimos anos em busca dos genes ou de outras bases genéticas responsáveis pela homossexualidade. O que acontece é que eles falharam e agora admitem que tais provas poderão nunca serem encontradas.
Drª Dean Hamer, outra investigadora, por exemplo tentou ligar a homossexualidade masculina a um fragmento de DNA localizado na extremidade do cromossoma X. E escreveu: “a Homossexualidade não é puramente genética…factores externos tem a sua responsabilidade. Não existe um único gene responsável pela homossexualidade…não acredito que se seja possível prever se alguém vai ser gay…”
Um outro estudo de interesse é o famoso “twins study” realizado por Dr. Bailey e Dr. Pillard e que é muitas vezes citado por activistas homossexuais para promover a ideia de que a homossexualidade é genética. O supracitado estudo revela que por entre as crianças estudadas existe uma percentagem de 52% em que ambos os gémeos idênticos que são homossexuais; 22% por entre os gémeos não idênticos e de 9,2% por entre os irmãos não gémeos.
Esta tese foi muitas vezes utilizada por activistas homossexuais para provar que a homossexualidade era genética. E mais uma vez para dizer que não se tratava de uma doença. Mas Dr. A. Dean Burd (no site da NARTH – National Association for Research and Therapy of Homosexuality) faz uma nota interessante: “este estudo actualmente serve para suportar a ideia que os factores externos são relevantes. Se a homossexualidade realmente estivesse no código genético, em todos os gémeos idênticos, no caso de um se tornar homossexual, o outro também deveria ser.”
Dr. Robert Hicks, autor do livro “the Masculine Journey” escreveu: “…durante estes vinte anos de aconselhamento a homens gay´s, ainda não conheci um que tivesse uma infância normal no que diz respeito à sua sexualidade. É comum encontrar histórias de abusos, de álcool, ou a falta (física e emocional) dos pais; histórias de incesto ou de sexo forçado por irmãos, vizinhos, homens ou mesmo amigos. Sinto que por vezes estes homens são expostos desde muito cedo a pornografia…”
E os apontamentos poderiam continuar com Dr. Simon Levay e Dr. George Rekers, mas penso que já é mais que suficiente para mostrar e refutar as ideias erróneas que a Senhor(a) Rita P. Silva (mas não só) está a tentar passar aos seus leitores.
conclusão:
Os três principais e mais recentes estudos sobre a homossexualidade que tinham por objectivo provar que a homossexualidade não era uma doença mas algo de genético, nada provaram. Aliás dois dos autores chegaram a admitir que as suas pesquisas não puderam provar que existem bases genéticas na homossexualidade.
Ou seja os estudos mais credíveis sobre a homossexualidade mostram que ninguém nasce “gay”, e que a homossexualidade é uma doença relacionada com problemas de desenvolvimento, que surgem em regra durante a adolescência e sobre o efeito de disfunções familiares ou abusos sexuais.
Infelizmente os activistas homossexuais utilizam esta mesma “lenda” como “cavalo de tróia”, para assim, entrarem todos os dias, de forma subtil na mente das pessoas.
Mais recentemente também os travestis reclamam terem nascido travestis e pedem leis que os protejam da “suposta sociedade intolerante”. Nem me vou prenunciar!
Desta forma pode-se dizer que a informação positiva sobre a homossexualidade, desencadeia que mais pessoas se tornarem homossexuais! Os “Filhos” de homossexuais podem, sim, tornarem-se homossexuais!
Infelizmente, não posso gastar muito mais tempo com este tema, mas acredito que estas linhas são suficientemente claras, para que qualquer pessoa consiga tirar as suas próprias conclusões. E se restarem algumas dúvidas sobre o que escrevi, consultem as referências bibliográficas, de forma a confirmarem tais afirmações.



Desde já o nosso total apoio à iniciativa.
Os jovens de hoje, são os homens de amanhã.
A equipa do Braga Nacional

Para quem defende as “trabalhadoras do sexo” e sequente legalização, fica aqui uma nota e o exemplo da Holanda, país que legitimou a “profissão mais antiga do mundo”.
Os defensores da legalização da prostituição na Holanda diziam que era importante este feito porque:
1 – só assim seriam dadas as condições de higiene e segurança necessárias às “trabalhadoras” e seus “clientes”;
2 – teriam direito a seguro (profissão de risco);
3 – teriam direito a fazer descontos para o IRS e, em caso de “empresária em nome individual” estariam sujeitas à retenção do IVA e ao pagamento do IRC (o que se reflectia em mais “dinheirinho” para o estado);
4 – teriam assim direito de fazer descontos para a segurança social e direito a uma reforma;
O que acontece, é que tudo isto, é muito bonito mas em papel e na mente dos liberais. Na prática as coisas são bem diferentes. Ora sejamos! O próprio estado holandês admite agora que as coisas não correrem com de previsto (admirados??). Legalizaram a “profissão”, muito provavelmente a pensar no dinheirinho e não na saúde pública, e agora deparam-se com o problema da não inscrição das mulheres prostitutas na segurança social (porque as mulheres hesitam em assumir-se), com a fuga aos impostos por parte dos patrões do sexo e mais grave ainda com os filhos da p*** dos liberais a pedirem mais medidas, porque as “trabalhadoras” agora reconhecidas, tem direitos. E que medidas e direitos são esses!!??? Rendimento mínimo, cobertura de saúde -universal a toda a população-, programas de inserção social, etc.
Eu pessoalmente faço aqui uma proposta. E porque não um Estado-proxeneta!! Tem todas as condições!! Por exemplo a “fome” de dinheiro e os liberais.
“Sem clientes não haveria prostituição”, mas o contrário também me parece ter leitura.
Mas o que me deixa amargurado é o facto de existir este tipo de comportamento…e como tal questiono-me…
Quais são as propostas políticas concretas para esses tipos de "desvios" sociais? Serão elas capazes de terminar com o problema? Terá o estado portugues a força e a vontade de dar uma responta séria e firme sobre a questão?
Se procurarmos as respostas já é um começo.
Como toda a gente sabe o distrito de Braga está a viver uma grave crise social e económica, com despedimentos colectivos em grande escala, devido à deslocação, ‘fuga’ e falência de diversas empresas.