21 fevereiro 2006

Via Natura

A VIA NATURA, é um espaço com o fim de consciencializar a nossa comunidade sobre o ambiente e os problemas que o nosso planeta enfrenta nos dias de hoje, e de que maneira podemos coexistir com os desígnios da Natureza harmoniosamente, como fizeram os nossos antepassados durante séculos.Muitos são os que já se aperceberam que vivemos num planeta envenenado e moribundo. A nossa terra está doente devido a venenos que lhe demos durante dezenas de anos, o nosso ar muitas das vezes já nem é respirável, e a nossa água cada vez é mais escassa e a que ainda podemos consumir tem que ser filtrada antes de ser utilizada. Os nossos animais e plantas, vão desaparecendo à medida que o nosso planeta sucumbe numa imensidão de fumo negro e venenos. São cada vez mais raros os locais e refúgios limpos e agradáveis necessários à nossa alma, pois a nossa terra padece de uma espécie de “cancro” que se vai alastrando cada vez mais e a uma velocidade inimaginável.O nosso povo cresce insalubre e nasce já doente devido a uma dieta constituída por lixo, produtos animais (que são quase sempre resultado de abuso e maus tratos aos mesmos), uma impossibilidade de respirar ar puro e beber água limpa. Nós já não sabemos como cuidar e preservar a nossa terra, os nossos corpos e espíritos e é por isso mesmo que estamos a perder-nos a nós próprios à nossa terra e todas as maravilhas que ela nos dá. O nosso dever de proteger e de preservar não se aplica somente ao nosso povo e estirpe, pois a este está inerente o dever de proteger o solo que todos os dias pisamos e nos dá alimento essencial à nossa sobrevivência, o ar de que respiramos, o sol que nos move e a água que faz parte de nós. Temos de conhecer e respeitar a Terra que nos permitiu subsistir e evoluir durante milhares de anos e apesar de muitos se esquecerem ainda é ela que permite a nossa sobrevivência. Um respeito para com a Terra que nos deu a vida é um respeito para com o nosso povo, a nossa história e antepassados. A VIA NATURA existe com o fim de fornecer a toda a comunidade informações úteis para que todos possam viver melhor e coexistir aprazivelmente com a Natureza. A Natureza e a nossa terra têm de ser respeitadas e cuidadas para que a existência do nosso povo e o futuro das nossas crianças seja preservado.
Retirado de Via Natura, Agosto de 2005

10 fevereiro 2006

O Holocausto de Dresden

Antes de mais, quero deixar aqui uma mensagem de apoio a todos os camaradas que se deslocaram a Dresden-Alemanha para assinlar o 61º aniversário do mais sangrento e cobarde ataque efectuado durante a 2ª Guerra Mundial.
Enquanto existir um só único Nacionalista na face deste rochedo, esse acontecimento irá ser relembrado. Sim, porque nos livros de história e documentários, este assunto sempre foi tratado como tabú e muito pouco relembrado, porque afinal, os Aliados é que sempre estiveram certos, e tudo o que eles quiseram, foi libertar a Europa dos mauzões...

Holocausto, s.m. Palavra de origem Grega, referente a um sacrifício em que a vítima era totalmente consumida pelo fogo.

A Segunda Guerra Mundial estava no fim. Em 1945 Dresden não era nenhum ponto militar estratégico. Não existiam bases militares em Dresden, não era nenhum local estratégico, não existia indústria pesada, não tinha defesas aéreas, não tinha centros de comunicação importantes. Dresden era uma das mais bonitas cidades da Europa e das que tinha maior índice cultural do Velho Continente. Esta cidade era até conhecida como cidade dos refugiados e tinha sido declarada cidade hospital para os feridos da guerra. Nas primeiras semanas de 1945, durante o inverno mais frio do século, a cidade estava repleta de refugiados da guerra que fugiam ao avanço do exército aliado. Ilya Ehrenburg, o demónio judeu da propaganda de Stalin, repetia em milhões de panfletos que eram largados sobre a Alemanha: "Matem! Matem! Matem! Ninguém é inocente. Nem os vivos nem os que estão para nascer" ou "Se ainda não matou um alemão hoje então ainda não cumpriu o seu dever com a mãe Rússia". Cada comboio, navio ou autocarro com refugiados que chegava a Dresden trazia milhares de pessoas horrorizadas com as atrocidades cometidas pelos soviéticos.
Nesta altura os Aliados já sabiam que a Alemanha tinha perdido a guerra. Ninguém que tivesse capacidade de decisão - civil ou militar- acreditava que a Alemanha pudesse resistir, muito menos atacar, as forças Aliadas. O próprio Churchill queria pelo menos duas cidades destruídas a cada mês que passasse - até que não restasse nenhuma! O bombardeamento de Dresden só poderia ser entendido como um acto premeditado de assassínio em massa. Assim, a 13 e 14 de Fevereiro de 1945 perto de 1200 bombardeiros Aliados (principalmente americanos e ingleses), seguidos de centenas de caças "bullet-spiting" levaram a cabo um triplo 'raid' aéreo em Dresden. O código de guerra dado a este bombardeamento foi "Clarion". O primeiro ataque dos bombardeiros começou a cair às 10 horas do dia 13 largando bombas explosivas na parte velha da cidade para destruir os telhados dos edifícios prepararando assim o ataque com engenhos incendiários. O ataque seguinte trouxe o inferno transformando o centro da cidade - numa área com 3 milhas de comprimento e 2 de largura - num oceano de chamas. A temperatura do ar atingia os 1100 graus Fahrenheit. Os ventos fortes que se faziam sentir ajudaram á propagação instantânea das chamas. Centenas de milhar de pessoas eram queimadas vivas desde o primeiro ataque e continuariam a morrer até ao terceiro.

Alguns dados sobre este cobarde bombardeamento:

• 330.000 descritos simplesmente como "homens e mulheres"
• O fumo que saía da cidade via-se a 50 milhas de distância e a 15.000 pés de altitude.
•Mais de três terços de Dresden ficou completamente destruída em 14 horas de ataques.
• 24.866 casas desapareceram.
• 35.000 corpos foram mais tarde identificados.
• Perto de 500.000 corpos estavam irreconhecíveis, transformados numa massa amarela derretida nas ruas. Um jornal na altura contabilizou desta maneira os mortos que não foram identificados:
• 37.000 crianças.
• 46.000 jovens em idade escolar.
• 55.000 hospitalizados, incluindo médicos, enfermeiros e pessoal hospitalar. • 12.000 pertencentes a equipas de salvamento.

05 fevereiro 2006

O caso Bairro Alto


Há um acontecimento nacional que continua a ser usado como arma de arremesso contra o Nacionalismo Português:

O "caso Bairro Alto"

No dia 10 de Junho de 1995, deflagraram-se confrontos entre jovens africanos e Nacionalistas Portugueses, dos quais resultou a morte de um negro e ferimentos entre negros e brancos.
Na sequência do julgamento (em Junho de 1997), foram condenados unica e exclusivamente indivíduos simpatizantes com a causa Nacionalista, onde durante as audiências, ficou provado que, quem começou os desacatos, foram os ditos jovens africanos.

A tarefa a que me disponho, é a de levar aos leitores deste blog, a perspectiva dos acontecimentos, do lado de quem cumpriu e continua a cumprir pena, sobre o "Caso Bairro Alto"
No entanto, gostaria de deixar bem claro que, já alguém tentou mostrar esta "segunda opinião", através de uma revista Nacionalista (infelizmente extinta) chamada "Justiça e Liberdade".
Esta revista, apesar de cumprir com todos os requisitos legais (nº depósito legal, registo no SGMJ, etc...) foi censurada pelas autoridades competentes, logo a seguir à publicação do 4º número.
Aqui estão as 4 páginas sobre o "Caso Bairro Alto":