10 fevereiro 2006

O Holocausto de Dresden

Antes de mais, quero deixar aqui uma mensagem de apoio a todos os camaradas que se deslocaram a Dresden-Alemanha para assinlar o 61º aniversário do mais sangrento e cobarde ataque efectuado durante a 2ª Guerra Mundial.
Enquanto existir um só único Nacionalista na face deste rochedo, esse acontecimento irá ser relembrado. Sim, porque nos livros de história e documentários, este assunto sempre foi tratado como tabú e muito pouco relembrado, porque afinal, os Aliados é que sempre estiveram certos, e tudo o que eles quiseram, foi libertar a Europa dos mauzões...

Holocausto, s.m. Palavra de origem Grega, referente a um sacrifício em que a vítima era totalmente consumida pelo fogo.

A Segunda Guerra Mundial estava no fim. Em 1945 Dresden não era nenhum ponto militar estratégico. Não existiam bases militares em Dresden, não era nenhum local estratégico, não existia indústria pesada, não tinha defesas aéreas, não tinha centros de comunicação importantes. Dresden era uma das mais bonitas cidades da Europa e das que tinha maior índice cultural do Velho Continente. Esta cidade era até conhecida como cidade dos refugiados e tinha sido declarada cidade hospital para os feridos da guerra. Nas primeiras semanas de 1945, durante o inverno mais frio do século, a cidade estava repleta de refugiados da guerra que fugiam ao avanço do exército aliado. Ilya Ehrenburg, o demónio judeu da propaganda de Stalin, repetia em milhões de panfletos que eram largados sobre a Alemanha: "Matem! Matem! Matem! Ninguém é inocente. Nem os vivos nem os que estão para nascer" ou "Se ainda não matou um alemão hoje então ainda não cumpriu o seu dever com a mãe Rússia". Cada comboio, navio ou autocarro com refugiados que chegava a Dresden trazia milhares de pessoas horrorizadas com as atrocidades cometidas pelos soviéticos.
Nesta altura os Aliados já sabiam que a Alemanha tinha perdido a guerra. Ninguém que tivesse capacidade de decisão - civil ou militar- acreditava que a Alemanha pudesse resistir, muito menos atacar, as forças Aliadas. O próprio Churchill queria pelo menos duas cidades destruídas a cada mês que passasse - até que não restasse nenhuma! O bombardeamento de Dresden só poderia ser entendido como um acto premeditado de assassínio em massa. Assim, a 13 e 14 de Fevereiro de 1945 perto de 1200 bombardeiros Aliados (principalmente americanos e ingleses), seguidos de centenas de caças "bullet-spiting" levaram a cabo um triplo 'raid' aéreo em Dresden. O código de guerra dado a este bombardeamento foi "Clarion". O primeiro ataque dos bombardeiros começou a cair às 10 horas do dia 13 largando bombas explosivas na parte velha da cidade para destruir os telhados dos edifícios prepararando assim o ataque com engenhos incendiários. O ataque seguinte trouxe o inferno transformando o centro da cidade - numa área com 3 milhas de comprimento e 2 de largura - num oceano de chamas. A temperatura do ar atingia os 1100 graus Fahrenheit. Os ventos fortes que se faziam sentir ajudaram á propagação instantânea das chamas. Centenas de milhar de pessoas eram queimadas vivas desde o primeiro ataque e continuariam a morrer até ao terceiro.

Alguns dados sobre este cobarde bombardeamento:

• 330.000 descritos simplesmente como "homens e mulheres"
• O fumo que saía da cidade via-se a 50 milhas de distância e a 15.000 pés de altitude.
•Mais de três terços de Dresden ficou completamente destruída em 14 horas de ataques.
• 24.866 casas desapareceram.
• 35.000 corpos foram mais tarde identificados.
• Perto de 500.000 corpos estavam irreconhecíveis, transformados numa massa amarela derretida nas ruas. Um jornal na altura contabilizou desta maneira os mortos que não foram identificados:
• 37.000 crianças.
• 46.000 jovens em idade escolar.
• 55.000 hospitalizados, incluindo médicos, enfermeiros e pessoal hospitalar. • 12.000 pertencentes a equipas de salvamento.

13 Comments:

Blogger PlanetaTerra said...

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--- Existiram outros HOLOCAUSTOS... que também não podem ser esquecidos:
-> Os HOLOCAUSTOS cometidos para benefício do Desenvolvimento Económico: muitas Tribos Nativas ( na América do Norte, na América do Sul, na Austrália... ) foram COMPLETAMENTE EXTERMINADAS... para que... o SEU espaço passasse a ser Ocupado ( e Dominado ) por Povos ( Raças ) de maior rendimento... economicamente mais rentáveis...

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12 fevereiro, 2006 19:58  
Anonymous zemaria said...

HOLOCAUSTO para mim foi efectuado nos campos de exterminio nazis. Tudo o resto é cócegas, cum caralho!!!

16 fevereiro, 2006 16:48  
Anonymous zemaria said...

PUTA QUE O PARIU!!!
http://photos1.blogger.com/blogger/7907/2263/1600/Hitlerdenial.jpg

16 fevereiro, 2006 18:06  
Anonymous São Tomé said...

O HOLOCAUSTO, para mim é como o milagre de fátima: Só acredita quem quer!

Em relação a esse "milagre" também há FOTOGRAFIAS e TESTEMUNHOS na 1ª pessoa.
Respeito quem acredita e quem não acredita, porque com a fé das pessoas, não se brinca!

No entanto, só uma pergunta:
Se o Holocausto é uma verdade, assim tão inabalável, porque há pessoas presas por O terem questionado?

16 fevereiro, 2006 20:58  
Blogger weisswurst said...

planetaterra,

É verdade que muitas tribos americanas foram dizimadas, com a chegada dos 1ºs colonos europeus, há 1/2 milénio atrás.

Mas também é verdade que muitas tribos desapareceram do mapa, simplesmente pela recêm-chegada vaga de doenças e pragas, transportada pelos colonos brancos.
Genéticamente, esses povos não estavam preparados para combater tais doenças, e simplesmente, morreram.
Considero isso, um aviso da mãe natureza, no sentido da não-miscigenação(mistura de genes). E neste aspecto, bem como n'outros, a natureza sabe o que faz.

Mas há outros exemplos.
Ainda hoje, várias tribos Inuit (América do Norte), vêm-se a braços com a extinção iminente, simplesmente porque a chegada da civilização está a fazer desaparecer a sua identidade cultural. Esse fenómeno, traduz-se em suicídios, frustação, aumento da criminalidade e violência.
Os (ainda) nativos sul-americanos, estão também a passar por semelhantes situações. Já para não falar da gigantesca instabilidade social que paira sobre o Brasil, esse "paraíso" da miscigenação!

Enfim, tudo exemplos, que a meu representam exactamente, o que NÃO se deve fazer...

17 fevereiro, 2006 21:10  
Anonymous Dolfinho (führerzito) Schicklgruber said...

zemaria dixit:

"O HOLOCAUSTO, para mim é como o milagre de fátima: Só acredita quem quer!"

Faço minhas as suas palavras.

Com um pequeno aditamento...

O massacre de Dresden, para mim é como o milagre de fátima: Só acredita quem quer!

Cepticismo com cepticismo se paga.

24 fevereiro, 2006 22:45  
Anonymous Anónimo said...

As contas do embaixador iraniano em Portugal:

6 000 000 judeus assassinados em campos de extremínio durante a 2ª Guerra Mundial;
2 000 000 judeus assassinados por ano (entre 1942, quando começaram as deportações e 1945, quando os campos de extremínio foram libertados pelos soviéticos);
166 667 judeus assassinados por mês;
5 556 judeus assassinados por dia;
232 judeus assassinados por hora;
4 judeus assassinados por minuto.


Dados adicionais:
- Oficialmente, eram sete os campos de extremínio: Auschwitz, Belzec, Chelmno, Majdanek, Maly Trostenets, Sobibor e Treblinka II.
- Estas cálculos não entram em conta com alguns milhões adicionais de vítimas, como militantes comunistas, homossexuais, ciganos, eslavos, deficientes motores, deficientes mentais, prisioneiros de guerra soviéticos, negros e africanos, activistas políticos, Testemunhas de Jeová, alguns sacerdotes católicos e protestantes, sindicalistas, pacientes psiquiátricos e criminosos de delito comum.


P.S. Se os revisionistas não tivessem razão, ou pelo menos alguma razão, não era preciso calá-los. Aos tolos não se liga peva.

24 fevereiro, 2006 22:47  
Anonymous Dolfinho (Führerzito) Schicklgruber said...

Anónimo dixit:

"Aos tolos não se liga peva."

Tem razão.

Por isso é que o povo vos dá as centésimas que merecem.

24 fevereiro, 2006 23:41  
Anonymous Anónimo said...

Assume que perdeste o debate!
Agora queres mudar de assunto.

25 fevereiro, 2006 19:54  
Blogger Weisswurst said...

Dolfinho:
O massacre de Dresden, para mim é como o milagre de fátima: Só acredita quem quer!

Nada mais errado! Há dezenas de provas (e não estou a falar das tão mediáticas fotografias!) sobre o bombardeamento cobarde feito pelos aliados.
Refiro-me por exemplo, à ordem ESCRITA para efectuar o bombardeamento, que veio directamente do MINISTÉRIO DO AR do Quartel General do General Eisenhower.
O Marchal "Sir Arthur Harris" foi obrigado a cumprir essa ordem (apesar do seu desagrado, como ele admitiu posteriormente)
Isto, meus amigos, é o que eu chamo de "verdadeiras provas" sobre um acontecimento histórico.

27 fevereiro, 2006 21:25  
Blogger felipebismarck said...

Relativamente a Dresden : o ataque foi pedido por Estaline, pressupostamente para desorganisar o sistem logistico da retaguarda e nesse aspecto foi inútil. Mesmo em Englaterra levantou-se vozes contra o massacre de Dresden. Convem também não esquecer, á luz da mais elementar justiça, os massacres de Tóquio. Também lá o horror ficou para além do descretivél.

21 março, 2006 17:51  
Blogger Weisswurst said...

"Mesmo em Englaterra levantou-se vozes contra o massacre de Dresden"

Isso talvez explique a derrota eleitoral que Winston Churchill saboreu nas elecições de '45...

21 março, 2006 21:08  
Blogger felipebismarck said...

Não creio que a derrota eleitoral de Churchill tivese a haver com Dresden. Houve certamente factores mais tangíveis. Talvez pelo facto de a Englaterra ter perdido o império a favor da egemonia americana.

23 março, 2006 23:17  

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