28 março 2006

Como se levanta uma Nação em 5 anos!

É comum atribuir a implementação do conceito de “férias anuais pagas” à Frente Popular Socialista Francesa, no ano de 1936.
O que pouca gente sabe, é que no ano de 1933, Adolf Hitler no seu primeiro mês de governo, tinha já posto em prática, essa conquista social, que hoje todos os trabalhadores conhecem muito bem: O Subsídio de Férias.

Mas a reforma social não parou por aqui. Os trabalhadores mais jovens eram mais favorecidos, sendo-lhes atribuídos, 21 dias de férias. Aos mais velhos, foram dados 12 dias. Isto poderá parecer pouco, mas convém entender que estamos a falar de um regime com 73 anos de distância e além disso, era três vezes mais do que os socialistas franceses concediam ao seu povo.

Um ano depois, as melhorias sociais eram já perfeitamente visíveis. Todas as fábricas e lojas foram reformadas de modo a cumprir os mais elevados padrões de higiene e limpeza. As áreas interiores que costumavam ser muito deterioradas e imundas tinham agora iluminação natural e eram arejadas. Foram construídos milhares de campos desportivos. Todos os terrenos não aproveitados foram convertidos em parques, salas de convívio ou bares. Mais de 90% das instalações industriais tinham agora refeitórios e vestiários para os funcionários.

Três anos depois, as mudanças atingiram um nível nunca antes imaginado:
23,000 estabelecimentos modernizados e embelezados;
800 edifícios projectados exclusivamente para reuniões,;
1.200 campos desportivos;
13.000 instalações sanitárias com água corrente;
17.000 bares ou cantinas. 800 inspectores regionais;
18.000 inspectores locais a supervisionavam e auxiliavam nas instalações;

O acesso à saúde e educação eram agora gratuitos e garantidos a toda a população alemã. Em 1938, o povo alemão tinha simplesmente, o melhor nível de vida da Europa. A maioria das famílias morava numa casa própria, tinham um automóvel e frequentavam locais que anteriormente, só eram frequentados pelas classes mais altas,, como teatros, salas de cinema ou museus.Em apenas 5 anos, um país roído pela corrupção, desemprego e fome, passou da cauda da Europa, para uma das grandes potências mundiais.

Até quando, Portugal?

20 março 2006

Porque o Nacional-Socialismo, Não é Racista?


O Nacional-Socialismo é a única via para um mundo verdadeiramente Multicultural. Os idiotas que abanam a bandeira do multiculturalismo, estão apenas a contribuir para que a diversidade cultural e genética se dilua numa massa cinzenta e amorfa. É pela via do ideal NS que as diferenças existentes em todas as raças se irão perpetuar...

General da Waffen-SS Leon Degrelles

(...) O racialismo alemão destinava-se ao redescobrimento de valores criativos de sua própria raça, redescobrindo sua cultura. Era uma procura pela excelência, um nobre ideal. O racialismo nacional-socialista não era contra as outras raças, era por sua própria raça. Isto apontava na defesa e melhoramento desta raça, e desejava que todas as outras raças fizessem o mesmo por elas próprias.
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Um verdadeiro, genuíno nacional-socialista não anda por aí “a odiar” pessoas de outras raças apenas como nacional-socialistas não são desrespeitosos aos costumes, religião, modo de vida de pessoas de outras raças.
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Nós, nacional-socialistas, expressamos a visão de que uma pessoa deveria estar orgulhosa da sua própria cultura e herança, respeitosa do modo de vida de seus ancestrais e que aceite que outros povos tenham um direito de serem orgulhosos de sua própria cultura e herança também. O ideal é trabalhar em direcção ao mútuo entendimento e respeito. (...)
(2º post de 25 de Novembro de 2004)

05 março 2006

A Divisão Azul

Há um boato espalhado pela esquerdalha reaccionária que consiste em dizer que os Portugueses eram considerados uma "raça inferior" e um povo muito mal visto pelo regime Nacional-Socialista.
Pois bem, a tarefa a que hoje me disponho a fazer, é deixar caír por terra essa mentira.
A DIVISÃO AZUL era composta por antigos combatentes, voluntários, da Espanha nacional que participaram na cruzada de 1936-1939, eram combatentes activos anti-bolcheviques que não quiseram perder a retribuição da visita feita a Espanha pela Rússia Soviética, querendo assim acompanhar os seus camaradas espanhóis na luta contra um inimigo comum: O comunismo.
Até aqui, nada de novo. Existem centenas de livros que comprovam a realidade da Divisão Azul.
O que pouco (ou nada) se sabe é que nas fileiras desse movimento, haviam voluntários Portugueses!
E é através de um depoimento de um desses voluntários, João Rodrigues Júnior, que nos chegam informações importantíssimas sobre as causas que levaram tantos jovens a voluntariar-se por uma causa tão nobre: O combate aos bolcheviques.
A entrevista que a seguir transcrevo foi executada pela revista Portuguesa AESFERA, a 23 de Agosto de 1942.
Um legionário Português do Terceiro Reich que esteve na Divisão Azul:

Este rapaz, moreno e frágil, de 26 anos, que temos aqui connosco, tem muito que nos dizer.
Chama-se João Rodrigues Júnior e nasceu em Mafra. É pintor da construção civil, depois de ter cumprido o serviço militar, partiu para Espanha, onde havia começado a guerra Civil, e se ofereceu, para a Legião Estrangeira, no ano de 1936. Depois de se ter alistado, partiu para Melillla, para receber instrução de Legionário e foi incorporado, combateu na terrível luta de Teruel, com temperaturas muito abaixo de zero, e também na batalha do Ebro e Catalunha. Foi ferido várias vezes e uma delas deixou-o cego durante algum tempo.

O seu contrato com a Legião foi por cinco anos e estava a terminar. Podia renova-lo ou sair, mas…

- Foi então que começou a guerra contra Rússia. E eu, devido aos anos de guerra na Espanha, sabia o que eram os bolcheviques e os seus ideais sobre a pátria, e decidi continuar a minha vida de legionário, lutando contra eles. Quando em Espanha abriram as inscrições para a campanha na Rússia, ofereci-me.

Na Divisão Azul havia mais legionários Portugueses?

- Sim, uns quinze. Julgo que fui o único que sobreviveu.

Na divisão houve muitas baixas?

- Umas sei mil, mas a verdade é que a maioria foi devido ao frio. Imagine o que é lutar com 35,5 graus abaixo de zero!

João Rodrigues, explique-nos a sua vida em Berlim. Vê-se que pertenceu à divisão Espanhola, que na cruzada contra a Rússia comunista tinha o número 250, e também teve, ferido, num hospital de campanha, Alemão.

- Quando a Divisão Azul atravessava a França, o comboio foi atacado por muitos aviões ingleses que não nos acertaram. E quando passamos na parte Francesa não ocupada, um grande grupo, incluindo algumas mulheres, insultou-nos e tentou roubar o comboio. Depois de chegarmos à Alemanha, fomos para a frente de Leninegrado, onde estivemos quase um ano sob o comando de um grande militar: o Major Ramirez de Cartagena. Combatíamos sem parar e com alguma violência. Mas o nosso pior inimigo era o frio - tanto era que algumas vezes tínhamos que lutar só com uma camisa, debaixo de temperaturas inimagináveis, os casacos que nos haviam dado pareciam pedras.

O que pensa da organização da campanha na Rússia, no que toca a cuidados com os combatentes?

- Sobre isso, como em tudo o resto, eu que estive na guerra de Espanha posso dizer que era fantástica. Os alemães organizavam tudo de forma admirável, comida, munições, transportes, assistência a feridos, etc.

E os Russos?

- Os seus ataques eram constantes e muito violentos. Mas "aquilo" é totalmente diferente do que se passa no nosso lado. Atacam sempre muitos, muitas vezes com mulheres, velhos e crianças muito pequenas, e também morreram muitos, porque não utilizavam a nossa táctica de caminhar com alguma distância uns dos outros, em grupos pequenos. Aqueles que nós vimos, não eram bons militares, pois não tinham preparação nem organização militar. Posso dizer que independentemente de muitos que passaram para o nosso lado, muitas divisões Russas foram feitas prisioneiras por grupos nossos muito mais pequenos, como aconteceu no sector do rio Volchov, onde a desproporção entre vencedores e vencidos foi impressionante.
A seguir, deixo aqui algumas fotografias sobre o funeral de um elemento de uma delegação Portuguesa, cuja missão era observar o desenvolvimento da frente oriental:


Não penso ser necessário mais comentários...